Diagnóstico sem anestesia
O que a máquina cobra, o que ela devolve e por que a conta nunca fecha para quem trabalha. Carga tributária, justiça lenta, privilégio de casta e burocracia medidos de frente.
Como o Estado brasileiro cresceu sobre a sociedade, e o que o povo pode fazer agora.
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Você leu uma notícia sobre um privilégio que não existe na iniciativa privada, sobre dinheiro público que sumiu no meio do caminho, sobre uma decisão que valeu para um e não valeu para outro, levou a mão à cabeça e disse: não é possível.
É possível, sim. E não é acidente. É o funcionamento normal de uma engrenagem montada para explorar quem trabalha, produz e paga a conta, enquanto se protege de qualquer cobrança. Este livro descreve essa engrenagem peça por peça, e mostra onde ela pode ser desmontada.
O que a máquina cobra, o que ela devolve e por que a conta nunca fecha para quem trabalha. Carga tributária, justiça lenta, privilégio de casta e burocracia medidos de frente.
Do Império à redemocratização, o fio que liga cada etapa: o Brasil trocou de governantes muitas vezes e quase nunca trocou de estrutura.
Os capítulos 7 e 8 são a parte prática: medidas para reduzir o poder da máquina e o trabalho cultural que sustenta qualquer mudança real.
“Antes do gabinete, havia a casa. Antes do decreto, havia o costume. Antes do imposto, havia a troca.”Capítulo 1, O truque cretino
Nada de mistério: o índice inteiro está aqui, com a síntese de cada capítulo. Você sabe exatamente o que está comprando.
A ordem nasceu antes do Estado. Família, costume, reputação e troca já organizavam a vida muito antes de existir decreto, ministério ou tribunal.
Onde o Estado é legítimo, justiça, segurança e previsibilidade, e onde começa a tentação de resolver tudo, que é onde ele deixa de ser instrumento e vira dominador.
De impérios e reis à reação liberal que exigiu freios, o Estado moderno, o poder do dinheiro fiduciário e a era dos direitos sem deveres.
Independência sem povo, República que não destruiu o privilégio, Vargas, a democracia de 1946, o regime militar, a redemocratização e a inflação.
O Estado que cobra antes de servir, a justiça que tarda e congestiona, a blindagem das castas estatais e o cidadão tratado como incapaz.
A soberania popular no papel: o povo escolhe ocupantes, não regras; financia um jogo que não controla; e troca a administração sem trocar a estrutura.
Doze medidas concretas: cortar o alimento da máquina, matar a carreira política como modo de vida, secar o fundo eleitoral, enquadrar o Judiciário e devolver a educação à sociedade.
Formar núcleos em vez de multidões instantâneas, criar independência material, manter pressão contínua em vez de indignação sazonal e educar filhos para a liberdade.
O capítulo mais desconfortável: por que este povo ainda não contra-ataca, e como uma boa narrativa vira lei que amplia o controle sobre quem aplaudiu.
A conclusão como exigência, não como lamento. Um país de adultos ou um território de dependentes: a escolha ainda está de pé.
“O problema e o perigo do poder é justamente a sua expansão sem freios. Todo poder tende a se expandir indefinidamente até que encontre limites.”
Introdução
“O Estado deve servir a sociedade. É esta sua função original e seu dever moral. A sociedade não deve servir ao Estado.”
Introdução
“Por isso, este livro não termina como lamento. Termina como exigência.”
Capítulo 10, E agora, José?
Economista formado em Brasília, brasiliense, leitor da tradição liberal e da escola austríaca. Escreve a partir de uma inquietação simples: passou a graduação inteira estudando Marx e Keynes sem ver uma linha de Mises ou de Hayek, e concluiu que a ausência não era acidental.
O Povo Contra-Ataca é o primeiro livro dele, uma ideia que, nas palavras do autor, existia na cabeça havia muitos anos e agora entrou no papel. A obra é dedicada ao avô, o Coronel Farias, que lhe ensinou o gosto por conhecimento e o asco à ignorância.
Publicado em 2026 por Athalaia Gráfica e Editora, em Brasília, DF. Fotografias e capa do próprio autor.
O Povo Contra-Ataca mostra como o Estado brasileiro deixou de ser instrumento da sociedade e passou a viver sobre ela, e apresenta um plano concreto de devolução de poder ao cidadão. São 184 páginas divididas em 10 capítulos que vão da origem da vida em sociedade até doze medidas práticas para reduzir o tamanho da máquina estatal.
Gabriel Farias Jorgensen é economista formado em Brasília e autor de O Povo Contra-Ataca, seu primeiro livro, publicado em 2026. Escreve a partir da tradição liberal e da escola austríaca de economia, com Mises, Hayek, Friedman e Sowell entre suas referências declaradas no texto.
É um livro físico, impresso em capa comum, com 184 páginas, enviado pelos Correios ou por transportadora para todo o Brasil. Não há versão digital à venda neste site.
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Não. O autor afirma explicitamente que não propõe o caos nem a negação de toda forma de autoridade: defende um Estado com limites claros, funções definidas e autoridade contida, que sirva à sociedade em vez de se impor sobre ela.
Não. O livro é escrito em linguagem direta, com exemplos do cotidiano brasileiro, e explica cada conceito quando ele aparece. As referências acadêmicas ficam na bibliografia, no fim do volume.
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184 páginas, 10 capítulos, edição impressa de 2026. R$ 59,90 mais frete calculado por CEP.
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